Nos últimos meses, muitas pessoas têm percebido falhas na comunicação de seus sistemas de alarme monitorado e se perguntado se isso está relacionado à chegada da tecnologia 5G. A resposta é: sim, mas não da forma que a maioria imagina.
Na verdade, o problema não é o 5G em si, mas a modernização das redes de telefonia móvel realizada pelas operadoras.
O que está acontecendo?
Para expandir a cobertura das redes 4G e 5G, as operadoras estão reduzindo gradualmente o uso das antigas tecnologias 2G e 3G. Esse processo é necessário para liberar frequências e oferecer conexões mais rápidas, estáveis e eficientes.
Ocorre que muitos sistemas de alarme instalados nos últimos anos utilizam comunicadores GSM/GPRS (2G) ou 3G para enviar os eventos à central de monitoramento. Com a diminuição dessas redes, esses equipamentos podem apresentar dificuldades para se comunicar.
Quais são os sintomas?
Quando um comunicador utiliza uma tecnologia que está sendo desativada, podem surgir situações como:
perda da comunicação com a central de monitoramento;
falhas intermitentes no envio de eventos;
equipamento aparecendo off-line no aplicativo;
demora para restabelecer a conexão após quedas de energia;
testes automáticos que deixam de chegar à central.
Esses problemas podem ocorrer mesmo quando o sistema de alarme está funcionando normalmente.
E os comunicadores 4G também podem apresentar falhas?
Na maioria dos casos, os comunicadores 4G continuam funcionando normalmente. Porém, equipamentos mais antigos podem não ser compatíveis com todas as atualizações realizadas pelas operadoras ou necessitar de atualizações de firmware.
Além disso, mudanças na infraestrutura da rede podem alterar a qualidade do sinal em determinadas regiões.
Como saber se meu sistema será afetado?
Nem todos os equipamentos sofrerão impactos. Isso depende principalmente do tipo de comunicador instalado e da tecnologia utilizada para transmitir os eventos.
Uma avaliação técnica permite identificar se o equipamento ainda utiliza tecnologias antigas ou se já está preparado para continuar operando com segurança nos próximos anos.
Qual é a solução?
A forma mais segura de garantir a continuidade do monitoramento é substituir comunicadores antigos por modelos mais modernos e compatíveis com as tecnologias atuais.
Os novos comunicadores oferecem maior estabilidade, melhor desempenho e foram desenvolvidos para acompanhar a evolução das redes de telefonia.
Sempre que possível, também é recomendável utilizar comunicação redundante, combinando internet (fibra ou banda larga) com comunicação celular. Assim, caso um meio apresente falha, o outro mantém o sistema conectado à central de monitoramento.
Vale a pena fazer essa atualização?
Sem dúvida. Assim como celulares precisaram evoluir ao longo dos anos para acompanhar as novas tecnologias, os comunicadores dos sistemas de segurança também precisam ser atualizados.
Realizar essa substituição de forma preventiva evita interrupções inesperadas no monitoramento e garante que seu patrimônio continue protegido 24 horas por dia.
Conte com quem entende de segurança
Se você tem dúvidas sobre a tecnologia utilizada pelo seu sistema de alarme, nossa equipe pode realizar uma avaliação e indicar a melhor solução para manter seu monitoramento funcionando com total confiabilidade.
A evolução da tecnologia é inevitável. O mais importante é garantir que o seu sistema acompanhe essa evolução para continuar oferecendo a proteção que você espera.



